Descreve as alteraçoes funcionais e estruturais, aparentes durante o restabelecimento do fluxo após a isquemia. A restauração do fluxo sanguineo pode resultar em : necrose de células irreversivelmente lesadas, acentuado edema celular e restauração não uniforme do fluxo. Esta restauração é conhecida como o fênomeno do não-refluxo (resultado de um circulo vicioso de disfunção endotelial). Estudos demontram que disfunções, celular e tecidual relacionam-se com a reperfusão.
Quando o fluxo sanguineo tissular é interrompido as reservas de ATP são depletadas, acúmulo de lactato, a célula torna-se acidótica e à ativação de proteases intracelulares, causando edema tissular. A reversibilidade deste processo relaciona-se com a duração da isquemia. A lesão se isquemia-reperfusão é relacionada com o paradoxo da cálcio e do oxigênio.
O endotelio é muito vulneravel à reperfusão e exibe disfunção antes da musculatura lisa.
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