Inflamação de duração prolongada, ariva destruição tecidual e a tentativa de reparo ocorre simultaneamente, o organismo tenta substituir as células por outras.
Normalmente surge após a aguda, e se diferencia pelas proteinas e células que agem nela, células mononucleadas como: Linfocitos B e T; Macrofagos e Monocitos, há proliferação de fibroblastos que tem como função substituir a célula lesada por tecido conjuntivo fibroso e vasos.
Alguns Mediadores: - Citocinas
- Endotoxinas bacterianas
- Enzimas lisossomais
- Metabolismo mais ativo
- Maior capacidade fagocitica
Distribuição:
* Focal: unico ponto
* Multifocal: vários pequenos pontos, rede vascular
* Localmente Extensiva: area atingida
* Difusa: Orgão inteiro atingido
quarta-feira, 30 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Inflamação aguda e Imunoprofilaxia
A inflamação é a resposta do tecido vivo vascularizado, e é classificasa como aguda ou crônica.
A inflamação aguda é caracterizada por seu acumulo de neutrofilos, pouca duração (minutos ou dias), exsudação de liquidos e extravasamento de fluidos. Podendo causar edemas decorrentes de alterações vasculares, como aumento da pressão hidróstatica, diminuição da pressão coloidósmotica, aumento da permeabilidade capilar e vascular, dentre outros.
Um exemplo de inflamação aguda é a a otite média, uma inflamação da orelha média decorrente de acumulo de secreções. É tratada por antibioticoterapia, sendo observados em alguns casos o uso de analgésicos.
A inflamação aguda é caracterizada por seu acumulo de neutrofilos, pouca duração (minutos ou dias), exsudação de liquidos e extravasamento de fluidos. Podendo causar edemas decorrentes de alterações vasculares, como aumento da pressão hidróstatica, diminuição da pressão coloidósmotica, aumento da permeabilidade capilar e vascular, dentre outros.
Um exemplo de inflamação aguda é a a otite média, uma inflamação da orelha média decorrente de acumulo de secreções. É tratada por antibioticoterapia, sendo observados em alguns casos o uso de analgésicos.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Lesão de Isquemia-Reperfusão. Aspectos Fisiopatologicos e a Importância da Função Endotelial
Descreve as alteraçoes funcionais e estruturais, aparentes durante o restabelecimento do fluxo após a isquemia. A restauração do fluxo sanguineo pode resultar em : necrose de células irreversivelmente lesadas, acentuado edema celular e restauração não uniforme do fluxo. Esta restauração é conhecida como o fênomeno do não-refluxo (resultado de um circulo vicioso de disfunção endotelial). Estudos demontram que disfunções, celular e tecidual relacionam-se com a reperfusão.
Quando o fluxo sanguineo tissular é interrompido as reservas de ATP são depletadas, acúmulo de lactato, a célula torna-se acidótica e à ativação de proteases intracelulares, causando edema tissular. A reversibilidade deste processo relaciona-se com a duração da isquemia. A lesão se isquemia-reperfusão é relacionada com o paradoxo da cálcio e do oxigênio.
O endotelio é muito vulneravel à reperfusão e exibe disfunção antes da musculatura lisa.
Quando o fluxo sanguineo tissular é interrompido as reservas de ATP são depletadas, acúmulo de lactato, a célula torna-se acidótica e à ativação de proteases intracelulares, causando edema tissular. A reversibilidade deste processo relaciona-se com a duração da isquemia. A lesão se isquemia-reperfusão é relacionada com o paradoxo da cálcio e do oxigênio.
O endotelio é muito vulneravel à reperfusão e exibe disfunção antes da musculatura lisa.
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